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As cirurgias ginecológicas mais realizadas: indicações, técnicas e recuperação

As cirurgias ginecológicas são indicadas para tratar uma variedade de condições que afetam o sistema reprodutivo feminino. Com o avanço da tecnologia, muitos desses procedimentos podem ser feitos por técnicas minimamente invasivas, como a videolaparoscopia e a histeroscopia, garantindo mais segurança, menor tempo de internação e uma recuperação mais rápida.

A seguir, conheça as principais cirurgias ginecológicas e quando cada uma delas é indicada.

1. Miomectomia

Procedimento para remoção de miomas uterinos, preservando o útero. Pode ser feita por videolaparoscopia, histeroscopia ou cirurgia convencional, dependendo do tamanho e da localização dos miomas.

  • Indicação: sangramento uterino anormal, dor pélvica, infertilidade ou aumento abdominal.

2. Histerectomia

  • Indicação: miomas volumosos, câncer ginecológico, adenomiose, endometriose profunda, sangramento intenso sem resposta a tratamentos.

3. Cistectomia ovariana

Remoção de cistos dos ovários, preservando o tecido saudável.

  • Indicação: cistos persistentes, endometriomas, cistadenomas, cistos dermoides ou suspeita de malignidade.

4. Cirurgia para endometriose

Realizada, na maioria dos casos, por videolaparoscopia para remover lesões superficiais ou profundas da doença.

  • Indicação: dor pélvica intensa, infertilidade, sintomas urinários ou intestinais relacionados à endometriose.

5. Salpingectomia

Retirada de uma ou ambas as tubas uterinas.

  • Indicação: hidrossalpinge, gravidez ectópica, prevenção de recorrência de infecção ou como método contraceptivo definitivo.

6. Histeroscopia cirúrgica

Procedimento realizado por via vaginal, sem cortes, para tratar alterações dentro da cavidade uterina.

  • Indicação: pólipos endometriais, miomas submucosos, sinéquias, septo uterino.

Retirada total ou parcial do útero, podendo incluir ou não ovários e trompas. É indicada quando não há outras alternativas eficazes de tratamento.

 

Vantagens das técnicas minimamente invasivas

  • Menor tempo de internação hospitalar
  • Recuperação mais rápida
  • Menor dor no pós-operatório
  • Cicatrizes menores ou inexistentes
  • Menor risco de complicações

Conclusão

As cirurgias ginecológicas evoluíram muito e, atualmente, é possível tratar diversas condições com técnicas menos traumáticas e mais seguras. A escolha do procedimento ideal depende do diagnóstico, da indicação médica e do desejo reprodutivo da paciente.

Se você recebeu indicação de cirurgia ginecológica, converse com seu ginecologista sobre as opções disponíveis, incluindo as técnicas minimamente invasivas como videolaparoscopia e histeroscopia.

 










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